quinta-feira, 20 de setembro de 2012

UniverCidade * É UMA LÁSTIMA! MARCIO MENDES, INTIMADO PARA COMPARECER NA "CPI" DA EDUCAÇÃO NA ALERJ, NÃO ESTEVE PRESENTE.


DECISÃO DO TRIBUNAL AMENIZA DÍVIDA DE INSTITUIÇÃO SUPERIOR ATRAVÉS DE PARCELAMENTO DOS DIREITOS TRABALHISTAS EM ATÉ 9 ANOS.


Universidade Candido Mendes 

Dívidas estimadas em cinquenta milhões

CLIQUEM AQUI

PLANO ESPECIAL DEFERIDO - ATO 75/2012 - CLIQUEM AQUI 

 EX-PRESIDENTE DO GRUPO GALILEO NÃO COMPARECEU NA ALERJ,DIA 20/09.

PORQUE SERÁ?




CPI da Educação Superior privada ouve MPT e representante do DCE da UniverCidade

20/09/2012

A oitava reunião ordinária da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Educação Superior privada da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) foi realizada nesta quinta-feira, dia 20 de setembro. Presidida pelo deputado Paulo Ramos (PDT) e tendo como relator o deputado Robson Leite (PT), foram depoentes nesta sessão a representante do Ministério Público do Trabalho (MPT), procuradora Luciana Tostes; e o integrante do DCE da UniverCidade, Marcos Vinícius Pompeu de Souza.

Também estiverem presentes o presidente do Sinpro-Rio, professor Wanderley Quêdo; o vice-presidente, Antonio Rodrigues; o diretor do Sindicato dos Auxiliares em Administração Escolar (SAAE-RJ), Celso Cruz; e o diretor do Sindicato dos Médicos (SinMed/RJ), Jorge Luiz do Amaral. As testemunhas inicialmente convocadas para o dia não compareceram: o ex-reitor do grupo Galileo Educacional, Marcio André Mendes da Costa, que estava em sua segunda convocação não atendida; e o professor Candido Mendes, que alegou, via ofício à Alerj, “ter outros compromissos e não poder aceitar o convite”.

A primeira depoente do dia foi a procuradora do MPT, Luciana Tostes, que trouxe novas informações e apresentou documentos à CPI sobre questões que ficaram pendentes na oitiva da semana anterior. Ela também solicitou que o Termo Aditivo ao Contrato, que o grupo Galileo Educacional teria imposto aos estudantes - apresentado pelo representante do DCE da UniverCidade – seja encaminhado ao MPT.

Marcos Vinícius Pompeu de Souza, do DCE da UniverCidade, denunciou o aumento das mensalidades, que no caso dele teria chegado a 18%; o Termo Aditivo de Contrato, feito sem a ciência dos discentes; a deficiente limpeza nas unidades, inclusive nos banheiros; e a estrutura ruim dentro da IES. “Tomamos uma noção maior do conjunto do problema com a greve dos professores, o que já demonstra a sua importância. Os estudantes aderiram e participaram de várias manifestações, convocadas pelo Sinpro-Rio”, comentou ele. O aluno contou ainda que, no retorno da greve realizada este ano, a reitoria teria imposto um calendário que não atendeu às expectativas. “As aulas não foram repostas de fato, só estenderam um pouco as aulas”, afirmou Marcos Vinícius, acrescentando que houve suspensão de algumas bolsas para estudantes e que alguns alunos foram jubilados, no passado, ao tentar criar o Diretório Acadêmico.

Questionado pelo presidente do Sinpro-Rio, professor Wanderley Quêdo, o estudante confirmou uma denúncia que já havia chegado ao Sindicato: a de que há professores da Universidade Gama Filho (UGF) ministram aulas na UniverCidade. “Eu mesmo já tive aula com uma”, declarou. Wanderley Quêdo também denunciou a postura antissindical de entidades que não repassam o recolhimento das contribuições para as entidades de classe. “Não só é fraude, é também uma atitude antissindical, pois visa inviabilizar o trabalho”, argumentou.

O diretor do SinMed/RJ, Jorge Luiz do Amaral (Bigu), ressaltou a preocupação com um contigente de 100 médicos contratados por uma Instituição chamada CIEU e indicou para a CPI a convocação do ex-diretor da UniverCidade, Ronald Levinson. O vice-presidente do Sinpro-Rio, Antonio Rodrigues, também solicitou que seja convocado um representante das Faculdades Simonsen para a CPI.

Para o deputado Paulo Ramos, o balanço final da CPI foi positivo. “A cada dia tomamos conhecimento de novos fatos. Quanto às ausências, podemos enviar condução coercitiva ao Marcio André Mendes da Costa, para garantir seu comparecimento à CPI, e vamos propor duas datas ao Candido Mendes. A CPI não convida, ela convoca”, salientou o deputado. O relator Robson Leite, por sua vez, destacou a importância da participação do Ministério Público do Trabalho. “Ao final da CPI, encaminharemos o relatório final, mas a presença de um representante, além de nos municiar com informações na hora exata, também viabiliza que as informações cheguem ao Ministério Público do Trabalho com maior agilidade”, afirmou.

Nona oitiva da CPI: 27/09, 10h30, sala 311, do Palácio Tiradentes

A próxima reunião será dia 27 de setembro, quinta-feira, às 10h30 na sala 311 da Alerj. Terá como testemunha convocada a reitora da Universidade Estácio de Sá, Paula Caleffi; o presidente do Conselho da Estácio de Sá, Eduardo Alcalay; e o representante da União Estadual dos Estudantes (UEE-RJ).


Confira as fotos da oitava reunião ordinária da CPI clicando aqui

Acompanhe o andamento dos trabalhos da CPI pelo site do Sinpro-Rio: www.sinpro-rio.org.br e/ou denuncie irregularidades pelo email cpiedusuperior@sinpro-rio.org.br.



MARCUS VINICIUS - ALUNO
E A PROCURADORA DO TRABALHO LUCIANA TOSTES


 PRESIDENTE DO SINPRO - WANDERLEY QUÊDO

MENSAGEM ANTERIOR - CPI DA EDUCAÇÃO - CLIQUEM AQUI




sábado, 15 de setembro de 2012

CPI da Educação Superior privada ouve MPT e representantes do grupo Galileo 13/09/2012

A sétima reunião ordinária da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Educação Superior privada da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) foi realizada nesta quinta-feira, dia 13 de setembro. Presidida pelo deputado Paulo Ramos (PDT) e tendo como relator o deputado Robson Leite (PT), as testemunhas convocadas do dia foram a procuradora do Ministério Público do Trabalho (MPT), dra. Luciana Tostes; o presidente do grupo Galileo Educacional, Cézar Siqueira Assreuy e o diretor do grupo Galileo Educacional, Fábio Mazzoneto.

A primeira depoente foi a procuradora do MPT Luciana Tostes. Ela abordou diversas questões trabalhistas que passam pelo MPT, entre elas os TACs (Termo de Ajustamento de Conduta), os descumprimentos dos acordos, as dispensas e os pagamentos dos docentes dispensados. “É uma ação habitual do MPT entrar com ações, mas não foi necessário nesse caso, porque o Sinpro-Rio já estava à frente do problema. 

Devo aqui homenagear o Sindicato, que desde o primeiro momento, notou esses sinais e a revolução que está acontecendo no Ensino Superior”, comentou. Segundo ela, sobre a Universidade Gama Filho (UGF) tramitam atualmente cerca de 10 ações civis públicas, com TACs executados com multas milionárias. “A maior dívida, no entanto, é relativa ao depósito de FGTS atrasados”, afirmou, acrescentando que a preocupação do MPT é garantir aos professores e aos demais empregados das IES condições dignas de trabalho. 

Para ela, o Sinpro-Rio já tomou todas as medidas judiciais cabíveis e o momento agora é de negociar. “E mostrar à sociedade que existe um grupo econômico que quer mostrar à sociedade o seu compromisso com seus professores, porque agora administra uma Instituição de Ensino e deve respeito ao Ministério da Educação, ao corpo docente e discente”, salientou.

O presidente do grupo Galileo Educacional, Cézar Siqueira Assreuy, abriu o seu depoimento afirmando que assumiu o grupo em 6 de junho e que poderia não saber responder perguntas sobre fatos anteriores a esta data. Ele afirmou que a prioridade é situar os pagamentos. “Queremos colocar em dia a questão dos salários dos docentes, que na nossa gestão estão em dia e na nossa gestão ninguém foi demitido sem que direitos fossem pagos”, disse ele. 

Contou ainda que está sendo realizado um levantamento dos fatos anteriores à sua posse na presidência, como também afirmou já ter recontratado 40 dos cerca de 600 demitidos no final de 2012. “Não sei o número de demitidos, não sei porque não foram feitas as homologações. Fizemos 40 recontratações, talvez precisemos de mais”, ponderou. Questionado sobre o pagamento atual de salário dos docentes, ele afirmou que “50% foram pagos, mas que a liberação do pagamento dos outros 50% só aconteceu no dia 12, devido a uma viagem da pessoa que faz esse trabalho ao Mar Mediterrâneo”.

Já Fábio Mazzoneto, diretor do grupo Galileo Educacional, destacou que a situação que assumiram era delicada, com salários em atraso e alunos reclamando de diversos problemas. “Não é nosso modo de agir prorrogar problemas. Estamos colocando as coisas em dia, o que ficou para trás também está sendo visto. Mas também não posso parar e cuidar só do que ficou para trás, ou vou fazer novas dívidas. A dívida é muito alta e o caixa é limitado”, argumentou.

Para o deputado Robson Leite, o grupo Galileo é só um pedaço do problema. “Queremos também investigar o Ensino a Distância, a precarização do trabalho o não cumprimento das obrigações trabalhistas. Hoje tivemos um avanço, sobretudo com a presença do MPT, que trouxe elementos que comprovam os primeiros indícios das investigações. Tudo o que foi dito hoje é alvo de investigação nossa”, ponderou o parlamentar.

Diante das inúmeras perguntas relativas à Santa Casa de Misericórdia, questões trabalhistas, financeiras e pedagógicas, dúvidas sobre os gestores do grupo Galileo e de muitas outras indagações que não foram respondidas, o deputado Paulo Ramos afirmou que enviará perguntas por escrito para o grupo, que se comprometeu a enviar respostas, assim como as documentações comprobatórias de diversos assuntos abordados durante a reunião. “A ausência do Marcio André Mendes Costa é lamentável e os atuais gestores não podem dizer que desconhecem tudo o que aconteceu”, comentou o presidente da CPI.

Próxima sessão: 20/09, 10h30, sala 311, do Palácio Tiradentes

A próxima sessão será dia 20 de setembro, quinta-feira, às 10h30 na sala 311 da Alerj. Terá como testemunha reconvocada o ex-reitor do grupo Galileo Educacional, Márcio André Mendes Costa; e também o atual presidente do Sindicato das Mantenedoras, professor Candido Mendes.


Confira as fotos da CPI - cliquem aqui

Acompanhe o andamento dos trabalhos da CPI pelo site do Sinpro-Rio: www.sinpro-rio.org.br e/ou denuncie irregularidades pelo email cpiedusuperior@sinpro-rio.org.br




CÉZAR SIQUEIRA ASSREY - PRESIDENTE DO GRUPO GALILEO EDUCACIONAL À ESQUERDA 
 FABIO MAZZONETO - DIRETO DO GRUPO GALILEO EDUCACIONAL



Mas ... dizem que terão que disponibilizar uma máquina muito dispendiosa !? Deixe-me entender... não é em prol dos PROFESSORES que são a razão de estarmos todos no mercado de trabalho ou , pelo menos, termos meios para lutar?

Será que os gestores não foram à escola?

A JUSTIÇA existe ou vão ficar sempre em cima do muro???
Está difícil! 

A INTERVENÇÃO tem que ser "requerida" no processo judicial respectivo.


Os PROFESSORES estão vivendo um grave  momento que demonstra URGÊNCIA e a falta de pagamento dos salários são motivos suficientes para uma INTERVENÇÃO.

FGTS desde 2003, INSS dede 2006, juros e correção dos salários atrasados, diferenças salarias, multas moratórias, danos morais, materiais, patrimoniais, enfim com todos os acréscimos legais. 

Não é só os PROFESSORES da UniverCidade que está passando por isso.  Neste momento eu conheço mais CINCO.
  E vocês??? 

O que está acontecendo realmente com a gestão empresarial que deveriam beneficiar seus funcionários, inclusive àqueles que dão a produção da atividade principal (ensino) e geram lucros para a empresa? Sim, por que a Instituições que são mantidas pelo Grupo Galileo Educacional estão vinculadas à empresa!