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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

CPI DO DIA 26/02/2013. PENHORA DO IMÓVEL DA RUA SADOCK DE SÁ, 245, IPANEMA-RJ, DE PROPRIEDADE DA ASSOCIAÇÃO SÃO PAULO APÓSTOLO. Universidades particulares do Rio têm dívida de R$ 900 milhões. A CPI convocou o empresário Adenor Gonçalves para prestar depoimento no dia primeiro de março. Fonte UOL.


Se você recebeu uma mensagem dos gestores da GALILEO dizendo que o movimento e a CPI está atrapalhando a mente genial dos mesmos ou o pagamento dos salários, não se impressionem.

Eles querem que fiquemos aguardando a resolução ao seu bel prazer!

LEMA: RESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS E A LIBERDADE DE PLEITEAR OS DIREITOS USURPADOS PELO EMPREGADOR.

PROFESSOR não é ROBÔ que se desliga quando se quer e depois liga novamente quando tem alguma utilidade.


ASSÉDIO e COAÇÃO não pode ser obstáculo para que continuemos a lutar.

Cuidem-se, e sejam solidários com a luta que os seus alunos estão travando.

SOLIDARIEDADE E CUMPLICIDADE!!!

  CPI DA EDUCAÇÃO DO DIA 26 DE FEVEREIRO DE 2013 - CLIQUE AQUI

Deputados e Alex Porto



Presidente do SINPRO-RIO Wanderley Quêdo, Diretora Vera , Diretor Paulo e outro, Presidente do Sindicato dos Médicos à direita
Alex Porto, Igor Mayworm - UEE-RJ e alunos
Presidente do Sindicato dos Médicos





 

SINPRO-RIO

 

Penhora da casa da rua Sadock de Sá, 245, de propriedade da ASSOCIAÇÃO SÃO PAULO APÓSTOLO, para pagamento de aumento dos professores em 2003. Cliquem aqui.

A aluna que é participante do Diretório Acadêmico - DCE, nos comentários, abaixo pergunta: Por que nenhum  PROFESSOR foi à CPI DA EDUCAÇÃO na ALERJ?



OPINÓLOGO - CADÊ O MEC?


UniverCidade e Gama Filho - Crise no ensino superior
 
CPI na ALERJ - Alex Klyemann, presidente do Grupo Galileo Educacional, mantenedor das duas instituições, depôs na CPI das Universidades Privadas.
 
Klyemann foi ouvido pelos integrantes da comissão por cerca de duas horas e meia na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). 

Ele reconheceu o montante total da dívida, mas não informou o valor do débito com os professores e demais funcionários e também não soube precisar se as instituições recolhem e descontam o imposto sindical dos profissionais de educação.  

Ele alegou o “pouco tempo” da nova administração da Galileo, desde outubro de 2012, como motivo para a falta de detalhamento das informações.


Questionado sobre o fato de um grupo econômico assumir o controle de empresas com uma dívida dessa magnitude, Klyemann disse que não tinha o conhecimento do valor total da dívida ao assumir a presidência.  “Não tinha noção do débito, mas acho possível a equação dessa dívida. Acredito muito no resgate dessas duas instituições”, disse.


O Grupo Adenor Gonçalves adquiriu o controle da Galileo Educacional em outubro de 2012. O conglomerado é controlado pelo pastor evangélico Adenor Gonçalves dos Santos, representante da Igreja Batista Internacional no Brasil. É composto por empresas de segmentos da área de construção civil, distribuição de medicamentos, além de emissoras de rádio e até petrolíferas voltadas para o pré-sal, cuja exploração ainda está por começar. 

A CPI convocou o empresário Adenor Gonçalves para prestar depoimento no dia primeiro de março.

Atrasos e irregularidades

Sobre o recolhimento da contribuição sindical, o presidente do Grupo Galileo afirmou que tratou do assunto com o Sinpro-Rio (Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro).  O presidente do sindicato, Wanderley Quêdo, presente à reunião extraordinária da CPI, no entanto, ao ser chamado a falar negou a afirmação de Kleymann, afirmando que no encontro trataram apenas das demissões dos professores.Kleymann prometeu que os salários atrasados, 50% de dezembro e o integral de janeiro, seriam pagos ainda hoje.

Qualidade
 
O presidente da Galileo admitiu ainda que o corpo docente dos cursos de Ensino à Distância e de Pós-Graduação da Gama Filho são terceirizados, pertencentes à empresa Central de Cursos, sediada em São Paulo. O relator da CPI, deputado estadual Robson Leite (PT) perguntou se Klyemann sabia que esse tipo de contratação é ilegal. “Cheguei em cinco de novembro de 2011 e ainda estou analisando os contratos”, respondeu.

Procurado pela reportagem do UOL, o Ministério da Educação informou que há irregularidade quando o professor não tem contrato firmado por meio do CNPJ da empresa mantenedora.

Crise se agravou em 2012

A crise na Universidade Gama Filho e na Univercidade se agravou em 2012. Cerca de 600 professores foram demitidos segundo informações do sindicato. O grupo Galileo confirma 410 profissionais de educação mandados embora. Muitos dos professores demitidos ainda não receberam o dinheiro referente à rescisão de contrato.

Em abril, professores da Gama Filho e Univercidade cruzaram os braços em uma greve que durou cerca de um mês.  De acordo com os docentes, parte dos salários de dezembro, janeiro e março e também o 13º salário de 2007 estavam atrasados.

Em maio, foi a vez dos alunos protestarem. Cerca de mil estudantes fizeram manifestação no campus da Gama Filho na Piedade, bairro da zona norte do Rio, contra a falta de infraestrutura da unidade e a demissão de professores e aumento das mensalidades. Banheiros sem água, lixo acumulado nas salas de aula eram algumas das reclamações.

Ao longo do ano, cinco campi das instituições foram fechados, quatro por ordem de despejo. Alunos reclamam o aumento do tempo de deslocamento de casa à faculdade. “Eu desde que fui transferido passei a levar uma hora e meia no trajeto de casa à faculdade, antes levava penas meia hora”, disse Ana Paula Santos, que estudava no campus Freguesia, na zona oeste, e foi deslocada para Madureira, na zona norte da cidade.

No início de 2013, mais 70 professores foram demitidos.  Gama Filho e Univercidade têm, juntas, quase 34 mil estudantes.

Fonte Jornal UOL.


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Assembleia da Educação Superior de 23/02: convocação para as últimas oitivas da CPI e 4ª Caminhada dos Professores e assembleia programadas

23/02/2013

Os professores da Educação Superior realizaram neste sábado, 23 de fevereiro, a segunda assembleia da Campanha Salarial 2013. Durante a assembleia, o presidente do Sindicato, professor Wanderley Quêdo, atualizou os presentes sobre o andamento das reuniões paritárias. 

A assembleia também reforçou a convocação para as últimas oitivas da CPI da Educação Superior da Alerj, que serão realizadas na próxima semana; e para 4ª Caminhada dos Professores, no próximo domingo, 03 de março, na Orla de Ipanema (Posto 8), com concentração às 9h. 

A próxima assembleia ficou agendada para dia 16 de março, sábado, às 13h30, também no Sindicato. Já no dia seguinte, 17 de março, acontecerá, o ato público no Parque de Madureira, para chamar a atenção para as questões que envolvem a Educação nos dias de hoje. 

Fique de olho na agenda e acompanhe: 

26/02, terça-feira, às 10h30 – Oitiva da CPI da Educação Superior, na Alerj;  

28/02, quinta-feira, às 10h30 – Oitiva da CPI da Educação Superior, na Alerj;  

01/03, sexta-feira, às 10h30 – Oitiva da CPI da Educação Superior, na Alerj;  

03/03, domingo, às 10h – 4ª Caminhada dos Professores, na orla de Ipanema; 

16/03, sábado, às 13h30 – Assembleia da Educação Superior;  

17/03, domingo, às 10 horas – Ato público no Parque de Madureira; 

27/03, quarta-feira, às 11 horas – Ato público no Calçadão de Campo Grande.



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